Existem muitos casos de Serial killers pelo mundo e principalmente no Brasil. Fiz uma lista com os serial killers mais cruéis do Brasil. Eles fizeram coisas tão terríveis, que até parece que estamos lendo uma história de algum filme de terror.

 

O Vampiro de Niterói

Marcelo Costa de Andrade, é filho de imigrantes pobres do Nordeste, cresceu na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.

Ele viveu sem água corrente e apanhava regularmente do seu avô, do seu padrasto e da sua madrasta. Quando tinha 10 anos foi abusado sexualmente. Aos 14 anos começou a se prostituir para viver. Ele foi enviado para um reformatório, mas escapou. Aos 16 anos ele começou um relacionamento homossexual com um homem mais velho. Aos 17 anos tentou estuprar seu irmão de 10 anos.

Quando ele tinha 23 anos terminou sua relação homossexual e voltou a morar com sua mãe e seus irmãos que se mudaram para Itaboraí, Rio de Janeiro. Lá encontrou emprego distribuindo panfletos de uma loja do bairro de Copacabana.

Ele começou a ir à igreja quatro vezes por semana, sua vida parecia normal. Só que em Abril de 1991, tudo começou a mudar. Quando aos 24 anos, ele começou a matar, por nove meses Marcelo registrou 14 mortes.

Suas vítimas eram meninos de rua que ele atraia para áreas desertas, estuprava e estrangulava. Ele também praticava necrofilia, decapitou um dos meninos, esmagou a cabeça de outro, e em duas ocasiões, bebeu o sangue das vítimas.

Mais tarde, ele confessou que sua sede vampírica foi simplesmente para “tornar-se tão bonito quanto os meninos”.
Andrade confessou: “Eu preferia garotos porque eles são melhores e tem a pele macia. E o pastor disse que as crianças vão automaticamente para o céu quando morrem antes dos treze. Então eu sei que eu fiz um favor os enviando para o céu”.

Em dezembro de 1991 sua matança chegou ao fim quando ele “se apaixonou”, pelo garoto de dez anos Altair de Abreu e poupou sua vida. Marcelo encontrou o jovem e seu irmão de seis anos de idade Ivan no terminal de ônibus de Niterói.

Ele lhes ofereceu dinheiro para ajudar a acender velas para um santo na igreja de São Jorge. O sobrevivente à polícia: “Nós estávamos indo para uma igreja, mas quando estávamos atravessando um terreno vazio, Marcelo virou Ivan e de repente começou a estrangulá-lo. Fiquei com tanto medo que eu não consegui fugir. Eu vi com atenção o horror, lágrimas escorriam pelo meu rosto, como ele matou e estuprou meu irmão.

Quando ele tinha acabado com Ivan, ele se virou para mim, me abraçou e disse que me amava. Então ele convidou Altair para morar com ele. Assustado com a morte do irmão, o rapaz concordou em passar a noite com Marcelo no meio de arbustos. Na manhã seguinte, o assassino o levou para trabalhar com ele.

Quando chegaram, o escritório estava fechado. O jovem aterrorizado conseguiu escapar. Ele pegou uma carona no caminho de volta para casa e disse à sua mãe que tinha se perdido de seu irmão. Alguns dias depois, pressionado por sua irmã, o menino disse a verdade. Marcelo voltou à cena do crime para colocar as mãos de sua vítima dentro da cueca “para que os ratos não pudessem roer os seus dedos”.

Quando a família de Ivan foi à polícia, Marcelo, que manteve a sua rotina diária, foi preso calmamente na loja onde trabalhava no Rio de Janeiro. “Eu pensei que você ia vir ontem”, disse aos policiais. Inicialmente, a polícia pensou que o assassinato de Ivan era um caso isolado. No entanto, dois meses depois, a mãe de Marcelo foi chamado para depor sobre o estranho comportamento de seu filho.

Uma noite, ela disse, ele saiu de casa com um facão “para cortar bananas”. Ele retornou na manhã seguinte sem bananas. Em poucos dias Marcelo confessou 14 assassinatos e levou a polícia aos restos mortais de suas outras vítimas. Ele perguntou para policiais, se alguma vez pelo mundo, houve algum caso como o dele e disse que matou porque gostava dos meninos e não queria que eles fossem para o inferno.

Marcelo chegou a ser internado em um hospital psiquiátrico, mas hoje ele está na cadeia. Em fevereiro de 1997, Marcelo fugiu da cadeia e foi encontrado 1 dia depois no Ceará. Certa vez acreditavam que ele pudesse ter matado uma 15º vítima, dessa vez uma garota, mas, Marcelo disse que não matou nenhuma garota porque nunca gostou de garotas e que matar não adiantava, porque elas não iriam para o Céu de maneira nenhuma.

 

Maníaco do Trianon

Fortunato Botton Neto, era garoto de programa e atuava na estação Trianon, próximo ao Museu de Artes de São Paulo.

Fortunato matou 13 homens com idades entre 30 e 60 anos com requintes de crueldade e deu todos os detalhes dos crimes quando foi preso.

Após combinar o preço do programa, ele seguia para os apartamentos das vítimas onde as embriagava, amarrava seus tornozelos e pulsos, amordaçava e matava por estrangulamento, facadas ou golpes com chave de fenda.
Em alguns casos ele pisoteava as vítimas até que seus órgãos internos saíssem pela boca, ânus e outros orifícios.

A primeira vítima foi o decorador José Liberato, seu corpo foi encontrado em seu próprio apartamento com um lençol branco entre as pernas e uma longa echarpe amarrada na boca; suas mãos estavam enrijecidas e amarradas na altura do peito com um fio de eletricidade; no pescoço, uma tira de náilon, com fivelas, pressionava a região. Essa forma de amarração e o enforcamento eram a marca registrada do maníaco.

Em 17 de agosto de 1987, o corpo do psiquiatra Antonio Carlos Di Giacomo foi encontrado em seu apartamento pela empregada. Antonio foi sufocado com as próprias meias, o maníaco empurrou tanto que elas atingiram seu esôfago. Ainda usou duas cordas de meia e a perna de uma calça jeans no pescoço do médico, assegurando a morte do psiquiatra. Após matar Di Giácomo, Fortunato cortou um queijo com a mesma faca que usou para golpear o psiquiatra.
Ele relatou este fato com o maior prazer, pois, segundo ele, era a única faca que tinha na casa e “todos gostavam de ouvir essa história”… Algumas de suas vítimas eram tão brutalmente agredidas, ao ponto de serem evisceradas…

A frieza com que Neto relatou este e os demais crimes chocou até os mais experientes policias que trabalhavam no caso. Em um de seus depoimentos, o maníaco diz: “Matar é como tomar sorvete: quando acaba o primeiro, dá vontade de tomar mais, e a coisa não para nunca”.

Fortunato teria saído impune de todos os crimes se não houvesse cometido o erro de ameaçar um cliente. Jovem, o cliente tinha medo que sua homossexualidade fosse descoberta pelos pais e Fortunato sabia disso. Ele passou a utilizar o medo do cliente para extorqui-lo com valores cada vez mais altos em troca de seu silêncio. Até que o jovem resolveu denunciá-lo e falar de sua personalidade violenta para os detetives que acompanhavam os casos dos assassinatos.

Uma emboscada foi armada. O jovem usaria uma escuta e falaria com Fortunato, deixando claro que não lhe daria mais dinheiro e que qualquer caso entre eles estava acabado. Quando o homem resolvesse usar violência contra o jovem, a polícia apareceria e o prenderia. O plano deu certo e os assassino foi preso.

Acontece que Fortunato tinha sérios problemas mentais que o faziam passar por várias personalidades. Ás vezes era uma pessoa normal e abertamente homossexual e ás vezes se transformava em um monstro que abominava homossexuais e os culpava pelo surgimento da AIDS.

O Maníaco do Trianon no total matou 13 pessoas entre 1986 e 1989, mas foi condenado por três dos sete crimes que confessou. Morreu no presídio de Taubaté em São Paulo em fevereiro de 1997, de broncopneumonia.

 

Lúcifer Brasileiro

Febrônio Ferreira de Mattos era conhecido como “Filho da Luz”, Febrônio foi preso depois de ser acusado de ter cometido vários delitos, incluindo fraude, chantagem, suborno, furto, roubo e vadiagem, em consequência das quais sofreu sua primeira detenção, no presídio da Ilha Grande.

Na cadeia, ele contou que teve uma visão na qual uma mulher de longos cabelos loiros o havia escolhido como o “Filho da Luz”, título que “lhe trazia a incumbência de declarar a todos que Deus não havia morrido”. Ainda segundo a visão, ele deveria tatuar-se e tatuar meninos com os símbolos ‘DCVXVID”, que significariam Deus, Caridade, Virtude, Santidade, Vida e Ímã da vida. Nessa época, ele começou a escrever “As revelações do Príncipe do Fogo”, que publicou em 1926.

Quando saiu da cadeia em 1921, Febrônio circulou entre o Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, retornando à delinquência através de estelionatos e outros crimes.

Utilizando diplomas furtados, praticou o falso exercício da Odontologia e da Medicina em cidades do interior do País, causando lesões e mortes em virtude dos tratamentos que prescrevia.

De volta ao Rio de Janeiro, foi preso no final de 1926. Como apresentava idéias delirantes e mentia compulsivamente, foi encaminhado para o Hospital Nacional de Psicopatas, de onde saiu poucas semanas depois. Nessa internação, recebeu pela primeira vez um diagnóstico de doença mental.

Em janeiro de 1927, ele foi preso novamente e abusou sexualmente três colegas de cela, espancando um deles até a morte. Mesmo cometendo esses crimes, foi posto provisoriamente em liberdade, voltando a ser preso no mesmo ano por agredir uma criança.
Testemunhas ainda relataram que Febrônio, mais cedo, havia cozinhado uma cabeça humana que furtara do cemitério do Caju, com isso ele teve um novo encaminhamento para o Hospital de Psicopatas, do qual recebeu alta após alguns meses.

No mesmo ano, a polícia foi avisada sobre um cadáver encontrado na Ilha do Ribeiro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ao lado do corpo estrangulado havia um boné, que um dos investigadores reconheceu como o usado por Febrônio poucos dias atrás, ao sair da internação.
Ele foi localizado em 31 de agosto do mesmo ano, Febrônio assumiu a responsabilidade por dois homicídios, que segundo ele, cometera “em holocausto ao deus-vivo, símbolo de sua religião”.

A imprensa começou a conceder grande destaque ao caso, os jornais noticiaram várias outras supostas vítimas, que entretanto ficaram excluídas do processo por falta de provas.
A repercussão dos crimes, também despertou o interesse de psiquiatras que avaliaram Febrônio e declararam que seus crimes haviam sido motivados pela doença mental de que era portador. O laudo redigido pelo psiquiatra Heitor Carrilho e apresentado ao tribunal pela defesa trazia as seguintes conclusões:

“Febrônio é portador de uma psicopatia constitucional caracterizada por desvios éticos, revestindo a forma de loucura moral e perversões instintivas, expressas no homossexualismo com impulsões sádicas, estado esse a que se juntam ideias delirantes de imaginação, de caráter místico. As suas reações anti-sociais, ou os atos delituosos de que se acha acusado, resultam desta condição mórbida que não lhe permite a normal utilização de sua vontade. Em consequência, a sua capacidade de imputação se acha prejudicada ou diminuída. Deve-se ter em conta, porém, que as manifestações anormais de sua mentalidade são elementos que definem a sua iniludível temibilidade e que, portanto, deve ele ficar segregado ad vitam, para os efeitos salutares e elevados da defesa social, em estabelecimento apropriado a psicopatas delinquentes.”

Com os argumentos científicos, a defesa conseguiu a absolvição de Febrônio, sendo determinado judicialmente o seu recolhimento, a partir de 6 de junho de 1929, no Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro.

Mas, ele fugiu no início de fevereiro de 1935. Aproveitando uma troca de turnos, Febrônio escalou um muro com uma corda feita de lençóis, mas foi recapturado no dia seguinte. Ao retornar ao manicômio, teve um ataque de ira e ódio, e tentou atacar o Dr. Carrilho. Ele permaneceu internado até a morte, em 27 de agosto de 1984, aos 89 anos de idade.

Do seu livro ‘Revelações do Príncipe de Fogo’, só restou uma cópia, que está na biblioteca particular de Mario de Andrade, no Instituto de Estudos Brasileiros, na Universidade de São Paulo.

 

O linguiceiro da rua do Arvoredo

Em 1863, Porto Alegre o açougueiro José Ramos, um homem elegante e viajado, que frequentava as casas de ópera da cidade e tinha excelente gosto musical, fazia sucesso entre a população com a venda de linguiças que ele e a mulher, Catarina Pulse, preparavam.

O que ninguém sabia é que o ingrediente principal da referida iguaria era a carne das vítimas do casal, seduzidas pela promessa de uma noite de luxúria com Catarina. No matadouro disfarçado de alcova, as vítimas eram distraídas com conversa inebriante e recebiam boa comida e boa bebida, além de um golpe certeiro de machadinha desferido por Ramos, que abria suas cabeças de alto a baixo.

Com a ajuda de Carlos Claussner, o açougueiro Ramos degolava, esquartejava, descarnava, fatiava e guardava as vítimas em baús, moendo-as aos poucos e transformando-as nas famosas linguiças, que eram vendidas em seu açougue na rua da Ponte (hoje rua Riachuelo). Os crimes da rua do Arvoredo foram descobertos em 1894, chocando os cerca de 20 mil habitantes da cidade.

Ramos foi condenado à forca. Catarina foi internada em um hospício, onde morreu louca. Claussner, àquela altura, já havia virado linguiça. Apesar do escândalo, os crimes foram ignorados pela imprensa da época. A história repercutiu apenas nos jornais da França e do Uruguai. Acredita-se que o caso tenha sido abafado porque a população da cidade queria esquecer que tinha sido transformada por Ramos em canibal.

Não se sabe ao certo quantas pessoas Ramos matou, nem os motivos que o levaram a isso.

 

Chico Picadinho

Em 1966, a bailarina austríaca e boêmia Margareth Suida conheceu o corretor de imóveis Francisco Costa Rocha. A boa aparência e a boa lábia do moço, misturadas à bebida, acabaram atraindo Suida para o apartamento de Rocha. E para uma morte horrível. No meio da relação sexual, Rocha tornou-se violento. Mordeu-a, socou-a e tentou estrangulá-la com as mãos.

Sem sucesso, terminou o trabalho com um cinto. Depois de certificar-se que Suida estava morta, decidiu livrar-se do corpo. Rocha pegou uma lâmina de barbear, uma tesoura e uma faca e começou a retalhar o corpo ali mesmo, no tapete do sala. Começou cortando os seios, depois retirou os músculos da parte da frente. Levou o corpo para banheiro, retirou as vísceras e as jogou no vaso sanitário. Desistiu, pegou uma sacola plástica e colocou lá as tripas da moça. Voltou ao corpo, agora na banheira, e retirou parte dos músculos das costas e um pedaço das nádegas. Foi denunciado pelo amigo com quem dividia a quitinete, condenado a 18 anos de prisão e libertado na metade da pena por bom comportamento. Ganhou a confiança do diretor e a liberdade condicional em junho de 1974.

Dois anos, dois casamentos e dois filhos depois, Francisco matou e retalhou a prostituta Ângela da Silva Souza com os mesmos requintes de crueldade com que havia matado Suida. Para esconder o corpo, Francisco arrastou-o até o banheiro e, com uma faca de cozinha, um canivete e um serrote, começou a retalhar o cadáver. Cortou fora os seios, abriu o ventre, retirou as vísceras e jogo-as no vaso sanitário. Como o encanamento entupiu, Francisco decidiu mudar de tática: picou o corpo de Souza bem miúdo e distribuição porções em sacos plásticos e em uma mala de viagem para facilitar o transporte. Demorou entre 3 e 4 horas para concluir o “serviço”. Novamente, foi denunciado pelo companheiro de apartamento.

“Chico Picadinho”, como ficou conhecido, voltou para a prisão. Foi condenado a 22 anos e meio pelo crime e deveria ter sido solto ao fim da pena máxima de 30 anos. Mas ao término da pena, em 1998, em vez de ser posto em liberdade, Chico Picadinho foi mandado para a Casa de Custódia de Taubaté, sob a alegação de que criminosos psicopatas podem ser mantidos indefinidamente em estabelecimentos psiquiátricos para receber tratamento. Chico Picadinho ainda está preso.

 

Preto Amaral

Preto Amaral, é considerado o primeiro serial killer brasileiro. Aos 17 anos, o escravo José Augusto do Amaral foi liberto pela Lei Áurea e entrou para o exército, servindo em todo o país. Na Guerra dos Canudos (1897), ele foi promovido a tenente. Amaral integrou batalhões de polícia e desertou. Acabou sendo preso em Bagé, Rio de Janeiro, ao tentar desertar do exército nacional. Foi condenado a sete meses de prisão e, ao sair, aos 56 anos, passou a fazer bicos em São Paulo.

Em 1927, Amaral foi preso novamente. Desta vez, acusado de estrangular e estuprar três rapazes. Em seu depoimento, Amaral contou que seduzia e depois asfixiava as vítimas, estuprando-as depois de mortas. A primeira vítima tinha 27 anos e conheceu Amaral na Praça Tiradentes, depois de pedir-lhe fósforos. Os dois começaram a conversar e foram para um botequim tomar café, onde Amaral o convidou para assistir a um jogo de futebol. O corpo de Antônio Sanchez foi encontrado próximo ao Campo de Marte, na zona norte de São Paulo.

A segunda vítima tinha apenas 10 anos e foi atraída por Amaral com balões que ele vendia na região do Canindé, também na zona norte. O corpo de José Felippe Carvalho foi encontrado 13 dias depois, sem os membros superiores. Antônio Lemostinha, tinha 15 anos quando foi abordado por Amaral nos arredores do Mercado Municipal, na região central da cidade. Amaral ofereceu almoço à vítima e partiu com ela num bonde rumo à Lapa. Foi só quando o corpo de Lemos foi encontrado que a polícia percebeu estar diante de um assassino incomum. Mas não havia nenhuma pista do assassino, até que Roque Piccili, um engraxate de 9 anos conseguiu escapar de Amaral. O assassino levou o menino para debaixo de uma ponte e já o estrangulava quando se assustou ao ouvir vozes e fugiu. O menino contou à polícia e Amaral foi preso e torturado. Na cadeia, confessou os crimes, contando em detalhes como matou suas vítimas.

Os crimes ganharam as manchetes nacionais. Amaral foi chamado de “monstro negro”, “diabo preto” e “estrangulador de crianças”. Acabou ficando conhecido como “Preto Amaral”. Morreu na Cadeia Pública de São Paulo, cinco meses depois de ser preso, de tuberculose, antes de ser julgado. Os motivos reais que levaram Amaral aos crimes ainda são um mistério, mas o psiquiatra que o examinou na prisão relacionou-os ao tamanho do pênis do ex-escravo. Na época, era comum relacionar o tamanho do pênis ao tamanho da maldade do criminoso.