Entre os canais da Veneza Mexicana, existe uma pequena ilha, conhecida como a Ilha das bonecas.

Julián Santana Barrera, que era o único habitante da ilha na época e era eremita, encontrou uma menina morta flutuando, perto de onde ele morava.

Pouco tempo depois, Julián viu uma boneca flutuando perto dos canais e pegou o brinquedo. Resolveu pendurá-la em uma árvore.

Julian foi assombrado pelo espírito da menina e começou a levar mais bonecas em uma tentativa de se defender do espírito, tentando agradá-lo.
Ele percebeu que as próprias bonecas ficavam possuídas pelos espíritos de garotas mortas, e continuou a colecionar bonecas assustadoras obtidas do lixo ou de conhecidos,  ele mutilava os brinquedos antes de pendurá-los ao longo de toda a ilha, em uma tentativa de impedir ataques espirituais.
O ato de pendurá-las,  pelo pescoço, teria esse mesmo objetivo: impedir que os espíritos que estavam nas bonecas, lhe atacassem.

De acordo com pessoas próximas a ele, era como se Julian fosse impulsionado por uma força invisível que o mudou completamente.

Após a morte de Julián, em 2001 com 80 anos, ele foi encontrado afogado no mesmo local que ele encontrou a menina afogada. O lugar tornou-se uma atração turística, o lugar acabou sendo retratado como um destino de pesadelo real.

Uma lenda local diz que as bonecas movem suas cabeças e os braços e até mesmo abrem os olhos. Algumas testemunhas afirmam terem ouvido as bonecas sussurrando umas com as outras, enquanto turistas que estavam em um barco perto da ilha, disseram que as bonecas atraíram eles até lá. Dizem que um homem que simulou sexo com uma das bonecas, morreu em pouco tempo.