Os hospícios são locais onde hospedam pessoas com transtornos mentais para fazerem tratamentos . Esses lugares, também conhecidos como manicômios, são clínicas especialistas em tratamentos de doenças mentais. Desde 1848 até o início do século 20 instrumentos como camisas-de-forças e quartos-fortes ou “prisões-acolchoadas”, choques elétricos, operações no cérebro, e outros tipos de torturas eram utilizadas para controlar os pacientes.

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Conheça as histórias terríveis sobre os hospícios:

Enfermeira Jackie

A profissional de saúde era super temida por pacientes, e um deles chegou a ter um caso com Jackie. De acordo com algumas histórias, o homem era um doente mental que gostava de sofrer tortura, mas que acabou morrendo. Após o terrível fim do amante, a enfermeira começou a matar sufocados todos os pacientes que se pareciam com ele.

O portal para o inferno

Certa vez uma enfermeira disse que um dos pacientes com problemas mentais dentro de um hospício onde ela trabalhou acreditava que o banheiro era um portal para o inferno, e ele teria sido avisado sobre isso através do diabo, que passou as instruções de como funcionava e o que ele deveria fazer.

Segundo essa profissional de saúde, o paciente levava outros doentes mentais para o banheiro e, chegando lá, os estrangulava. A clínica até tentou evitar outros casos, porém, na maioria das vezes, quando interviam alguns pacientes já estavam mortos. O homem que praticava essas barbaridades acabou sendo removido da clínica.

Descartamento de pacientes

Certa vez um paciente foi tomar banho e começou a alegar que no local existiam espíritos. Incomodados com a “visão” do homem, os enfermeiros decidiram puni-lo deixando o doente mental alguns minutos sozinho no banheiro. Porém, os profissionais de saúde se esqueceram do paciente e, voltando horas depois, o encontraram morto. Como forma de se livrar do corpo do homem, os enfermeiros acabaram fazendo algo comum na época, descartaram o paciente em uma calha.

O paciente descartado em um porão

Os porões eram os lugares mais temidos pelos pacientes de hospícios e, há alguns anos, uma enfermeira finalmente revelou o motivo. Segundo ela, no final da década de 1970 trabalhou em uma clínica psiquiátrica, durante dias passou em frente a uma sala e ouvia barulhos que pareciam com ratos mexendo no local. Após ignorar os ruídos várias vezes, um dia decidiu entrar no lugar e, ao abir a porta, se deparou com algo terrível: um paciente morto.

Tratamento de choque

Uma das formas de tratamento mais comentadas e polêmicas dentro de hospícios eram os tratamentos de choque. O método era usado em pacientes que desobedeciam alguma regra da clínica. Geralmente eles eram amarrados e obrigados a passar por constantes períodos de torturas. Existe uma história que diz que um paciente jovem passou pelo tratamento de choque durante dias e foi obrigado a ficar com a boca fechada durante meses.

Dr. Sorriso

Durante a década de 1950 um médico foi trabalhar em uma clínica psiquiátrica, e, chegando lá, pediu para que todos os pacientes do local sorrissem quando ele passasse. O doutor fez isso porque se incomodava com a feição dos doentes, e por conta dessa exigência, foi apelidado como dr. Sorriso. A história pode até parecer boa, mas não é. Os pacientes que não sorriam acabavam sendo submetidos a tratamentos cruéis. Alguns foram obrigados a ficar com uma espécie de “aparelho” para sempre manterem o sorriso.

A criança acorrentada

Uma menina foi parar em uma clínica psiquiátrica, mas no lugar ela não conversava com ninguém e era bastante violenta. Enfermeiros até tentaram usar tratamentos de choque para conter a paciente, mas isso não funcionava. Até que eles tiveram a ideia de acorrentá-la em um quarto durante o dia, e quando a noite surgisse a amarravam numa cama. A criança foi submetida a esse tipo de tratamento durante todo o seu período de estadia no hospício.

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Fonte: Fatos Desconhecidos