A história desse remake do clássico de 1982 é a seguinte: A família Bowen acaba de se mudar para uma nova casa. O pai, a mãe e os dois filhos parecem se adaptar bem ao novo lar, até começarem a perceber estranhas manifestações em casa, atingindo principalmente a filha pequena. Um dia, ela é sequestrada pelas forças malignas, fazendo com que os pais procurem a ajuda em especialistas no assunto, para recuperar a criança antes que seja tarde demais.

Estava ansioso por assistir este filme, ansioso mesmo, e devo dizer… me decepcionou (como a maioria dos remakes tem feito ultimamente). O 1º ato do filme é até legal, mostrando os Bowen chegando a nova casa e tudo mais, e ainda não sei por que mudaram o nome da família do original, os Freeling, para os Bowen. Mas tudo bem, isso não é muito relevante para a trama. Um dos grandes problemas do filme, são as atuações. É sério, o único que está bem no filme é o Sam Rockwell. Não dá para se sentir nada pela família, não dá para se preocupar com ela.

Vamos falar sobre a cena do palhaço. Foi criada uma grande expectativa para essa cena, e não tem nada demais! A cena é extremamente rápida, nada assustadora, e risível. Os diálogos do filme, são clichês e nada interessantes. O grande pecado do filme são os efeitos especiais. No Poltergeist original, tinha todo um mistério para se saber em que lugar a garotinha se meteu, nesse eles tiram todo o poder da sugestão e mostram. O filme tem um uso excessivo de efeitos especiais.

Resumindo, o novo Poltergeist é um remake desnecessário, que não tem uma tensão bem executada. A fotografia do filme é boa, e também há alguns momentos legais no filme, porém, o diretor prefere apostar em jump scares (e grande parte não funciona, só 2 ou 3 me pegaram de surpresa) do que um clima tenso. O filme chega á beirar o ridículo ao nos mostrar a procura da garotinha com um drone. Sério?! UM DRONE?! Enfim, o filme não vale seu tempo.

Nota: 4.2