1. O Assassino nunca morre

A maior vantagem dos vilões é algo ligeiramente irritante, porque na maior parte dos filmes, os coitados dos sobreviventes podem massacrar à vontade o serial killer, que ele há de sempre arranjar maneira de voltar. Caso típico é o do Michael Myers, que penso que já tenha “morrido” umas quantas vezes, mas retorna sempre. Bem, mas é a única razão plausível para haver as sequências. Portanto, já sabem: esperem quase sempre uma sequência, porque o vilão pode ter “desaparecido”, mas há de voltar.

2. O carro nunca pega

Este é daqueles clichês que às vezes não faz sentido nenhum. É especialmente irritante naqueles filmes típicos de um grupo que vai de férias e passa por uma bomba de gasolina, porque depois no momento do clímax, o carro simplesmente recusa-se a dar sinais de vida. E quando acaba por funcionar, têm um inesperado acidente. Aliás, também pode acontecer que o serial killer esteja no banco de trás do carro. Outro susto inesperado.

3. ”Vamos nos separar”

Há de surgir um filme em que haja um grupo que se mantenha junto. Mas é claro, para um filme de terror resultar verdadeiramente, alguém tem que sempre tomar das piores decisões possíveis… E um grupo separar-se quando estão a lidar com um serial killer acaba sempre por ser constante. Idiotices.

4. Depois do sexo, há mortes

É um dos fatos assentes nos filmes de terror: os virgens e sóbrios sobrevivem sempre. Portanto é certo e sabido, se querem sobreviver a um filme de terror, o melhor a fazer é controlar os hormônios.

5. As pessoas caem sempre

Tenho ideia de que foi com “Pânico” que este clichê se consolidou, mas é dado como certo que em todos os filmes de terror tem sempre que haver um que corre desesperadamente em busca de salvação e que acaba caindo. É verdade que causa uma tensão maior, mas a previsibilidade do momento é irritante.